O grupo de ataque do porta-aviões francês Charles de Gaulle desloque-se para sul do Canal de Suez e para o Mar Vermelho, num contorno à preparação de uma possível missão no Estreito de Ormuz. A operação surge no âmbito de um plano franco-britânico.
O objetivo é manter meios aéreos franceses mais próximos do estreito, sem entrar no Golfo Pérsico, onde a Marinha norte-americana bloqueia portos iranianos desde 13 de abril. A mobilização é descrita como resposta a riscos na região.
Segundo o coronel Guillaume Vernet, porta-voz do Estado-Maior, a deslocação para sul é inédita e aproxima as forças francesas do ponto de estrangulamento do Golfo. A ideia é permitir reação rápida quando as condições forem favoráveis.
Contexto estratégico
A operação é apresentada como distinta da missão de escolta liderada pelos EUA, conhecida como Projeto Liberdade. O objetivo francês é cumprir um mandato defensivo aliado ao Direito Internacional.
Participantes e timing
As forças envolvidas incluem o porta-aviões nuclear Charles de Gaulle e as suas escoltas. Macron anunciara a mobilização em 3 de março, antes de o Irão fechar o estreito. A cimeira de Paris promoveu cooperação com outros países.
Situação no terreno
O Estreito de Ormuz permanece sob risco com o bloqueio a navios comerciais e com custos de seguros elevados, afetando cerca de 2.000 embarcações retidas na região. A cooperação entre várias nações mantém-se sob discussão técnica.
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