Um estudo britânico apresenta avanços no rastreio do Alzheimer. Investigadores analisaram testes de sangue por picada no dedo, apontando um método simples para identificar risco de demência.
Os cientistas afirmam que o teste pode ser feito sem consulta clínica ou exames complexos, abrindo caminho para diagnóstico mais rápido e acessível.
O estudo envolveu 174 participantes e comparou biomarcadores no sangue capilar com análises convencionais, encontrando boa correlação.
Os biomarcadores também se relacionaram com o desempenho cognitivo e funcional dos voluntários, incluindo pessoas saudáveis, com défice leve e com Alzheimer.
A equipa sugere que o teste seja usado em conjunto com avaliações cognitivas por computador, aumentando a identificação de indivíduos com maior risco.
Futuros desenvolvimentos poderão permitir rastreio fora de clínicas, facilitando o acesso a populações sem serviços especializados.
Avanços potenciais e perspetivas
Ainda assim, muitos casos de declínio cognitivo inicial não chegam a especialistas, tornando essencial métodos simples e escaláveis.
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