O INEM passa a assegurar o transporte inter-hospitalar de doentes críticos com as suas ambulâncias de emergência médica. As equipas, compostas por técnicos de emergência pré-hospitalar, podem ser complementadas por profissionais dos hospitais. A mudança destina-se a reforçar o apoio ao sistema de saúde, especialmente em situações excecionais.
O despacho publicado no Diário da República, na quarta-feira, define novas funções para as ambulâncias tripuladas, que passam a desempenhar funções de apoio ao SNS. O objetivo é melhorar a resposta em cenários críticos, mantendo a capacidade de intervenção rápida.
As viaturas de suporte básico de vida, acionadas para casos pouco urgentes com tempo de resposta de até 120 minutos, não poderão usar avisos sonoros, recorrendo apenas a luzes. A medida visa reduzir impactos sonoros em situações de menor gravidade.
Mudança de função
As ambulâncias do INEM manterão o atendimento emergencial imediato, mas podem atuar como apoio logístico e médico para transferências entre hospitais. Em situações específicas, as equipas podem ser reforçadas por profissionais hospitalares, conforme a necessidade clínica.
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