Em declarações do psicólogo Hugo Santos, o luto pela perda de um animal de estimação é descrito como distinto e marcado pela marginalização social. A avaliação aponta que esse tipo de perda não recebe o mesmo reconhecimento público que outros enlutamentos.
Segundo o especialista, a percepção social da dor associada à perda de um animal influencia a forma como a sociedade reage e acolhe a pessoa enlutada. Em comparação, a perda de um ente querido é, por vezes, mais aceite socialmente.
O psicólogo destaca a importância de um ritual de despedida e da criação de novas rotinas para preencher o vazio causado pela ausência do animal. Na prática, o animal é muitas vezes enquadrado como um membro da família, o que acarreta consequências emocionais relevantes.
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