O Automóvel Clube de Portugal (ACP) manifestou-se contra as restrições à circulação na Baixa de Lisboa e defendeu a reabertura do tráfego automóvel na Rua da Prata. A posição foi apresentada por Carlos Barbosa, presidente do ACP, numa altura em que o centro da cidade tem vindo a restringir o trânsito de atravessamento.
Barbosa alega que não compreende a motivação da redução da circulação na Baixa e sustenta que a Rua da Prata deveria voltar a permitir a passagem de carros particulares, como ocorria até dezembro de 2022. O objetivo seria facilitar a circulação no coração da capital.
O dirigente do ACP avança ainda que a criação de mais corredores de autocarros na área seria inviável, pois, na sua perspetiva, comprometeria o funcionamento do restante tráfego. A posição do ACP reconhece a necessidade de equilíbrio entre mobilidade e qualquer impacto.
As medidas de restrição de trânsito visam reduzir o atravessamento no centro histórico, mas não sofreram alterações rápidas segundo o ACP. A discussão envolve entidades locais, associações de utilizadores e residentes que acompanham as mudanças no planeamento urbano.
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