O incêndio ocorrido em maio de 2024 no Hospital do Divino Espírito Santo (HDES), em Ponta Delgada, expôs fragilidades da infraestrutura, obrigando à transferência de todos os doentes para outras unidades da região, da Madeira e do continente. O incidente levou à construção de um hospital modular junto ao HDES para assegurar a continuidade dos cuidados de saúde.
O presidente do conselho de administração do HDES, Carlos Pinto Lopes, afirmou que o atual edifício já não respondia às exigências modernas. A ocorrência evidenciou também práticas de gestão que necessitavam de reforma, apontando a necessidade de corrigir processos internos.
Segundo o responsável, a instituição mostrou-se capaz de responder de forma articulada com apoio de parceiros e das forças de segurança. O episódio ressaltou a dedicação dos profissionais e o compromisso da instituição com a missão do Serviço Regional de Saúde.
From 2024, a instituição iniciou medidas para reforçar a resiliência, incluindo reformas na governação e a adoção de um modelo de planeamento participativo para o novo edifício. O HDES está hoje mais preparado para cenários de exceção.
Avanços e futuro do HDES
Carlos Pinto Lopes descreveu a renovação como indispensável: o hospital precisa de tecnologia de ponta, inovação e integração com cuidados hospitalares, comunitários e privado social. O objetivo é unir a construção da nova infraestrutura com investimento contínuo na formação.
O responsável acrescentou que os profissionais já estão envolvidos no processo de reorganização. Em três fases, o regulamento interno revisto será apresentado aos trabalhadores para recolha de contributos finais, assegurando um modelo de gestão partilhado.
O HDES continua a oferecer cuidados diferenciados de alta qualidade. O foco, no entanto, está na conclusão da obra de recuperação e na implementação de soluções tecnológicas que elevem a eficiência e a resposta a situações excecionais.
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