Luís Miguel Militão, conhecido como o “monstro de Fortaleza”, foi condenado a 150 anos de cadeia pela morte de seis portugueses, ocorrida em 2001. As vítimas foram espancadas, baleadas e enterradas vivas, cobertas com cimento.
Além dos homicídios, Militão ficou ainda implicado em crimes de roubo, tentativa de ocultação de cadáver e constituição de uma organização criminosa. O processo manteve o foco em múltiplas acusações associadas aos factos.
O condenado pediu autorização para estudar em outro estado brasileiro e para ser transferido para outra prisão. A defesa já apresentou o requerimento, que ainda não recebeu resposta.
Formação académica e pedido de transferência
Segundo o CM, Militão foi admitido no curso de ciências biológicas da Universidade Federal do Acre. As aulas teriam de iniciar até ao dia 15 de maio, segundo a situação reportada. A instituição ainda não confirmou a matrícula.
O caso manteve-se sob a avaliação de autoridades penais e jurídicas do Brasil. A defesa sustenta que a mudança de estabelecimento prisional pode facilitar o prosseguimento do processo.
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