Helena Sacadura Cabral recorda o que considera o pior dia da sua vida: 24 de abril de 2012, quando o filho Miguel Portas morreu nos seus braços após uma luta contra o cancro do pulmão. A lembrança persiste como uma marca permanente na sua história familiar.
A escritora diz que Miguel Portas dedicou grande parte da vida à política, com estudos a ficarem em segundo plano em função das responsabilidades cívicas que assumiu ao longo dos anos. A referência é feita numa partilha no Instagram.
Ao longo dos anos seguintes, Sacadura Cabral admite que foi impossível apagar a mágoa causada pela exposição mediática em torno da morte do filho, que impôs uma aproximação pública à privacidade da família.
Miguel Portas, na altura do falecimento, encontrava-se a cumprir o seu segundo mandato como eurodeputado, eleito pelo Bloco de Esquerda, dando continuidade ao legado político que o conduziu durante a vida pública.
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