A União Europeia comprometeu-se a aumentar a energia eólica offshore no Mar do Norte, como parte de uma estratégia para acelerar a transição energética e reduzir a dependência de fósseis. A medida foi anunciada no âmbito de uma atualização de política energética.
O plano prevê uma rede de parques eólicos offshore sem precedentes, com investimento conjunto público e privado, visando ampliar a capacidade instalada e tornar a energia mais resistente a interrupções na cadeia de fornecimento.
Entre os marcos, a UE destaca o objetivo de chegar a um nível de produção de eletricidade renovável superior ao gasto em combustíveis fósseis, fortalecendo a competitividade da energia eólica face a outras fontes.
Contexto internacional aponta para uma escalada do interesse pela eólica: a Dinamarca recente liderança climática; o Reino Unido revelou investimentos para desativar turbinas antigas em determinados cenários, movendo-se para uma gestão de ativos renováveis mais eficiente.
Paralelamente, relatos de diversos países indicam decisões que influenciam o setor: na Finlândia, o encerramento progressivo do carvão; na Alemanha, expansão de redes com projetos solares e eólicos integrados; e nas plataformas offshore, o Mar do Norte surge como eixo estratégico.
Especialistas indicam que a procura global por eletricidade torna urgente diversificar fontes e robustecer a resiliência da rede, com a energia eólica a ocupar lugar central no mix energético.
Em Portugal, a produção de energia eólica atingiu patamares recorde, associada a condições meteorológicas favoráveis, e tem sido uma tendência de incremento na participação das renováveis no mix elétrico nacional.
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