Doentes que receberam transplantes de fígado de dadores vivos puderam, em alguns casos, ficar sem medicamentos imunossupressores após a intervenção, numa abordagem que prepara o sistema imunitário para aceitar o órgão. A técnica é descrita como uma terapia única de “preparação imunitária”.
O desenvolvimento é feito por investigadores de várias instituições, incluindo o Centro Médico da Universidade de Pittsburgh. O objetivo é reduzir a dependência de imunossupressores, associados a efeitos secundários graves a longo prazo.
O estudo envolve um ensaio clínico em humanos, com os primeiros resultados mostrando que alguns pacientes permaneceram sem imunossupressores por mais de três anos após o transplante. Dados adicionais continuam a ser avaliados.
Em 2025, o Centro Médico da Universidade de Pittsburgh realizou 89 transplantes de fígado de dadores vivos, uma taxa que se pretende manter sob escrutínio à medida que a terapia avança para fases seguintes.
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