Um suspeito de atirar um cocktail molotov contra manifestantes da Marcha pela Vida foi colocado em prisão preventiva na quinta-feira. O incidente ocorreu no dia 21 de março, junto ao Parlamento, em Lisboa, durante a marcha.
Nelson Vassalo, ex-professor, designer e militante anarco-libertário e do Partido Socialista, está indiciado de infrações terroristas e foi detido na quarta-feira. Anteriormente ficou em liberdade por crimes menores, com apresentações diárias na PSP e proibição de frequentar o local do ataque.
A PSP apreendeu os destroços do engenho incendiário e enviou-os ao Laboratório de Polícia Científica. Concluída a análise, o relatório foi encaminhado à Unidade de Coordenação Antiterrorista.
No protesto participavam cerca de 500 pessoas, incluindo crianças e bebés. O engenho atingiu um grupo de manifestantes, mas não chegou a detonar no momento do impacto.
A Marcha pela Vida é uma iniciativa anual em várias cidades, incluindo Lisboa, que se posiciona contra a interrupção voluntária da gravidez e contra a eutanásia. Em atualização
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