O ataque russo à Ucrânia provocou pelo menos 16 mortes numa ofensiva que incluiu várias regiões, entre elas Kiev. Foram usados 659 drones e 44 mísseis, incluindo 19 mísseis balísticos Iskander e 25 de cruzeiro. Este foi um dos bombardeamentos mais intensos desde 24 de fevereiro de 2022.
As vítimas mais numerosas ocorreram em Odessa (8), seguidas de Kiev (4, incluindo uma criança), Dnipro (3) e Zaporíjia (1). As autoridades ucranianas classificam o episódio como crime de guerra e pedem uma resposta firme da comunidade internacional e novas sanções contra Moscovo.
A Ucrânia enfrenta também dificuldades na defesa, com falhas no fornecimento de mísseis para o sistema Patriot, parcialmente redirecionados para conflitos no Médio Oriente. O Presidente Zelensky pediu que se reforce o apoio com mísseis Patriot e outros sistemas.
Paralelamente, analistas apontam que o conflito está a atrasar negociações de paz, devido à volatilidade entre Estados Unidos e Irão. Zelensky indicou que os negociadores norte-americanos continuam a falar com o Irão, enquanto a prioridade permanece a defesa e a pressão diplomática sobre Moscovo.
Entre na conversa da comunidade