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Miguel D’Almada, neonazi do Sporting, condenado a seis anos e meio no Brasil

Neonazi do Sporting condenado no Brasil a seis anos e meio de prisão por integrar grupo extremista com ligações à Hammerskin Nation, em Santa Catarina

Miguel D’Almada tinha na sua posse conteúdos antinegros e antijudeus
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O português Miguel D’Almada, adepto do Sporting, foi condenado no Brasil a seis anos e seis meses de prisão por integrar um grupo neonazi que promovia discriminação e preconceito.

A sentença envolve a célula Southlands Hammerskins, sediada no estado de Santa Catarina, ligada à rede norte-americana Hammerskin Nation, segundo as autoridades brasileiras.

D’Almada era descrito como um dos líderes do grupo, que operava na região e defendia ideologias extremistas associadas à supremacia racial.

Ao lado dele, foi identificado Miguel Ângelo Gaspar Pacheco, de 51 anos, ex-dirigente da claque Juventude Leonina, cofundador do Grupo 1143 e da Directivo Ultras XXI, também ligado aos mesmos círculos.

A investigação indicou que o grupo promovia atos de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional, levando à acusação e à condenação no Brasil.

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