A 109.ª edição do Giro d’Italia será disputada em 2026 com partida na Bulgária, o 16.º país estrangeiro a acolher a grande volta. O arranque está marcado para 8 de maio, em Nessebar, num percurso de 156 quilómetros até Burgas, desenhado para os sprinters na primeira tirada.
A prova mantém a chegada a várias metas exigentes e prolonga-se por etapas de montanha ao longo da primeira semana. A segunda etapa percorre 220 quilómetros entre Burgas e Veliko Tarnovo, com três contagens de terceira categoria. A despedida da Bulgária acontece na terceira tirada, entre Plovdiv e Sófia, antes do primeiro dia de descanso e da entrada em território italiano.
Na Viareggio, a prova terá o único contrarrelógio individual de 40,2 quilómetros entre Viareggio e Massa, agendado para 19 de maio, após a chegada a Corno alle Scale, em primeira categoria. A montanha volta a marcar presença na 14.ª etapa, com meta em Pila, numa jornada de 133 quilómetros com quatro contagens, duas de primeira categoria. No dia seguinte decorre a tradicional chegada a Milão, antecedendo o último descanso.
Percurso e montanhismo
A segunda metade do Giro inclui uma etapa até à Suíça com chegada em alto em Carí, na 16.ª jornada. Segue-se uma 17.ª etapa entre Cassano d’Adda e Andalo e uma 18.ª mais plana, rumo a Pieve di Soligo. O grande teste aparece na 19.ª etapa, com 151 quilómetros e cinco subidas categorizadas, incluindo o Passo Giau, de categoria especial, o ponto mais alto da corrida (2.233 metros). A decisão deverá ficar definida no dia seguinte, com 199 quilómetros até Piancavallo, também com chegada de primeira categoria.
A consagração final está prevista para 31 de maio, em Roma, numa etapa de 131 quilómetros que confirma o sucessor de Simon Yates, vencedor em 2025. Este Giro é apresentado como uma das edições mais exigentes dos últimos anos, com uma última semana extremamente dura e quatro etapas decisivas de montanha.
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