A prevalência de sintomas de ansiedade generalizada atingiu 39,4% da população com 16 ou mais anos em 2025, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE). Os dados destacam uma evolução relativa em relação aos anos anteriores.
O índice representa um aumento de 7,4 pontos percentuais em relação a 2024, indicando uma progressão do problema ao longo do tempo. A variação aponta para uma tendência de maior expressividade em toda a população.
A gravidade também é relevante: 11,3% dos adultos com ansiedade apresentam casos considerados graves. Este patamar reforça a heterogeneidade entre sintomas leves e severos dentro do grupo afetado.
Grupos mais afetados
A incidência é maior entre mulheres, pessoas idosas e desempregados, conforme o INE. Fatores sociais e econômicos são apontados por especialistas como contribuindo para o aumento dos sintomas.
Profissionais benadram a importância de fortalecer serviços de saúde mental e de apoio social para enfrentar o crescimento dessa prevalência. As autoridades mantêm a monitorização estatística para sustentar políticas públicas.
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