Numa dessas missões, Noelia prestou serviços de saúde a um militar inimigo que tinha sido capturado e ferido. O episódio ficou registado como uma memória marcante da sua carreira.
Em julho de 1967, Noelia aterrissou no Regimento de Infantaria nº 5, em Aveiro. Ainda jovem, iniciou a recruta e a formação como maqueiro/socorrista, com competências em cuidados básicos de saúde.
A formação foi assegurada pelo Regimento de Serviço de Saúde (RSS) de Coimbra, que a acompanhou durante a comissão. O relato descreve o peso emocional e profissional da função.
A história de Noelia
A narrativa descreve ainda a experiência de Noelia ao lidar com situações intensas durante o serviço militar, incluindo momentos de grande dor e decisão.
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