Os profissionais de saúde moçambicanos estão em greve desde janeiro e acusam o Governo de incumprimento das recomendações acordadas nas negociações. A Federação dos Trabalhadores da Saúde avança com a ameaça de uma nova fase que poderá paralisar totalmente as atividades.
Os representantes sindicais envolvem médicos, enfermeiros e outros trabalhadores do setor. O objetivo é cobrar o cumprimento dos acordos firmados com a Administração, que, segundo dizem, não têm sido implementados na prática.
A greve é responsável por um rótulo de consequências graves, com relatos de aumento de dificuldades de atendimento. Até ao momento, o movimento aponta um balanço de 1.872 mortes associadas ao impacto da paralisia de alguns serviços, segundo declarações dos sindicatos.
Desdobramentos e próximos passos
As partes aguardam uma resposta formal do Governo sobre as propostas acordadas. Enquanto isso, continuam as negociações para evitar uma paralisação total das atividades e reduzir impactos no atendimento à população.
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