Em Alta Eleições 2026 políticafuteboldesportoPortugalinternacionaisgovernopessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Mercenários ligados ao CDS contratados para matar padre Max há 50 anos

Confissão de 2014 revela que segurança de deputado do CDS contratou dois mercenários para assassinar o padre Maximino há cinquenta anos

Campa do padre Max, no cemitério de Santa Iria, em Vila Real
0:00
Carregando...
0:00

O caso que marcou a década de 1970 em Portugal permanece sem condenação, mas ganha novas informações públicas com uma confissão de 2014. No 2 de abril de 1976, foram assassinados o padre Maximino Sousa e Maria de Lurdes Correia, em atentado que teve origem na violência de grupos de extrema direita. As bombas deixaram uma marca profunda na igreja e na sociedade da época.

Os corpos foram encontrados em Vila Real, junto à campa do padre Max, no cemitério de Santa Iria. A investigação da altura não conseguiu identificar os responsáveis de forma definitiva, mantendo o caso sem culpados na justiça. As circunstâncias do crime permaneceram envoltas em silêncio e controvérsia.

Revelação de confissão

Em 2014, um dos bombistas admitiu detalhes do crime, apontando uma ligação com a estrutura política da altura. A confissão sustenta que um segurança de Galvão de Melo, deputado do CDS, terá contratado dois dos cinco mercenários que atuaram no atentado. A denúncia aproxima o crime de dinâmicas políticas da época, em contexto de violência extremista.

De acordo com o que foi partilhado, a contratação ocorreu ao longo de um período de intensa turbulência política. As informações vindas a público não resultaram em processos concluídos contra as pessoas apontadas, mantendo o caso sem condenação até ao presente. A notícia reacende debates sobre responsabilidades e proteção institucional.

O conjunto de revelações reabre questões sobre a atuação de setores extremistas e a eventual relação com figuras políticas da época. As autoridades mantêm a análise das informações disponíveis, sem confirmar ou refutar de forma definitiva as ligações apontadas na confissão.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais