Um estudo do Banco de Portugal conclui que os imigrantes que chegaram a Portugal desde 2010 e mantiveram ligação à Segurança Social passaram menos de 5% do tempo de permanência no país a receber subsídio de desemprego, pensões ou outras prestações sociais.
Segundo os resultados, a fração de tempo em que os imigrantes beneficiaram de estas prestações é significativamente superior à registada pelos portugueses do mesmo grupo etário no mesmo período? Sem dúvida, a diferença é relevante, mas o estudo não indica se há variações por nacionalidade ou por tipo de benefício.
A análise descreve ainda que o cenário envolve a relação entre imigração, participação laboral e acesso a redes de proteção social, destacando que o tempo de recebimento se mantém baixo face à média dos residentes de longa duração.
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