Em Alta Eleições 2026 políticafuteboldesportoPortugalinternacionaisgovernopessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Sentença desta terça-feira por uso de moradas falsas para legalizar imigrantes em Lisboa

Tribunal lê, às 14h, a sentença sobre rede que usava moradas falsas na Penha de França para legalizar imigrantes, com lucros de até 14.850 euros

Conhecida esta terça-feira sentença de uso de moradas falsas em Lisboa para legalizar imigrantes
0:00
Carregando...
0:00

O julgamento de uma rede acusada de usar moradas falsas em Lisboa para facilitar a legalização de imigrantes chega esta terça-feira ao fim, com a leitura da decisão do tribunal às 14h00. O caso envolve alegada utilização de endereços para regularizar cidadãos estrangeiros em Portugal.

Segundo a acusação, Rippon Hossain, de 51 anos, líder da rede, é natural do Bangladesh e residente em Portugal desde março de 2022. Confessou ter fornecido a própria morada para compatriotas em hostels e pensões, para que pudessem obter a legalização, embora tenha dito não saber que a prática era crime.

A rede incluiria cinco intermediários também do Bangladesh e 23 pessoas, na maioria portuguesas e residentes na Penha de França. A função era disponibilizar moradas ou testemunhar a veracidade de outro endereço, mediante pagamentos entre 10 e 60 euros.

Detalhes do esquema

A investigação aponta ainda a participação de um funcionário da Junta de Freguesia da Penha de França, que alertava um intermediário quando uma morada era considerada suspeita. Este funcionário é acusado de abuso de poder e seria o único a não lucrar com o negócio.

Entre janeiro de 2020 e julho de 2023, os restantes envolvidos teriam recebido entre 110 e 14.850 euros pela colaboração no esquema, conforme a acusação do Ministério Público.

Denúncia e enquadramento legal

O julgamento decorreu no Tribunal Central Criminal de Lisboa. A acusação envolve crimes de associação de auxílio à imigração ilegal, auxílio à imigração ilegal e falsificação de documentos. O caso foi denunciado pela própria Câmara Municipal de Lisboa em 2022.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais