Um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) conclui que jovens em situação de vulnerabilidade social não são ouvidos quanto às necessidades reais de saúde. A pesquisa foi desenvolvida pela FMUP e publicada recentemente.
Os inquiridos relatam que, durante as consultas, a discussão se centra mais na alimentação do que em questões como tabaco. A prioridade dada a hábitos alimentares aparece como uma fronteira entre o que é relatado e o que é considerado relevante pelos profissionais.
Resultados principais
Os dados sugerem uma desconexão entre as preocupações dos jovens e o foco das consultas médicas. A equipa de investigadores sublinha a necessidade de uma abordagem mais inclusiva que permita expressar outras prioridades de saúde.
Implicações
O estudo destaca a importância de formação e práticas que assegurem a voz dos jovens vulneráveis no atendimento clínico. Os autores apontam para estratégias de comunicação e participação ativa durante as consultas.
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