No Dia Internacional da Felicidade, o Happiness Camp regressa ao Porto para a 4.ª edição, a 24 de setembro, em contexto de crescente preocupação com a saúde mental no trabalho. O evento situa-se na cidade que volta a ser palco do debate sobre o bem-estar laboral.
O fundador e CEO, António Pedro Pinto, aponta que a OMS estima perdas de produtividade acima de 1 bilião de dólares anuais por depressão e ansiedade, e que o burnout continua em ascensão. O objetivo é colocar as pessoas no centro das organizações.
A edição de 2026 mantém o formato de festival corporativo, com dois palcos, masterclasses certificadas e área de bem-estar. A participação é gratuita mediante inscrição.
Até hoje, o Happiness Camp reuniu mais de 15.000 pessoas, de 87 nacionalidades, consolidando Porto como referência no tema. A nova edição pretende aprofundar respostas a uma crise silenciosa que afeta empresas e comunidades.
Conselho Executivo Internacional
Foi introduzido um Conselho Executivo internacional para orientar a edição, com líderes globais do bem-estar corporativo. Integram o grupo Felicia Cheng, Riddhima Kowley, César Carvalho e Claude Silver, entre outros.
O órgão ficará responsável pela curadoria estratégica, definição de princípios e geração de contributos para líderes e decisores públicos, ampliando o impacto além do evento.
Jen Fisher, Diretora de Impacto & Comunidade, destaca que o Conselho liga pensamento estratégico à ação prática, reunindo representantes de várias regiões e setores.
As pré-inscrições já estão abertas em HappinessCamp.pt. O Happiness Camp visa transformar culturas organizacionais e promover ambientes de trabalho mais saudáveis.
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