Os autarcas portugueses insistem num Plano de Recuperação e Resiliência (PTRR) robusto, capaz de financiar projetos prioritários definidos pelas áreas metropolitanas e comunidades intermunicipais. O objetivo é ter um modelo de gestão que envolva as câmaras municipais.
A Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) esteve no Porto a afirmar que pretende ter a palavra decisiva na seleção das obras urgentes a executar com fundos da bazuca nacional. A reunião teve como cenário a cidade do Porto.
O foco é criar financiamento estável para as prioridades locais, alinhadas com o planeamento regional. Os autarcas defendem que a gestão compartilhada com as câmaras fortalece a resposta às necessidades locais.
ANMP exige definição clara de obras prioritárias
A ANMP sustenta que as decisões sobre as empreitadas devem passar por um processo participativo com as autarquias, assegurando que os recursos do PTRR beneficiem diretamente as comunidades. A posição foi apresentada durante a sessão realizada no Porto.
Os autarcas defendem que o PTRR sirva de apoio à modernização de infraestruturas e serviços públicos nos seus territórios. O objetivo é evitar dependência excessiva de fundos centralizados e acelerar investimentos prioritários.
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