A praia fluvial do Samouco, em Alcochete, voltou a ter tranquilidade após o encerramento do negócio da amêijoa que gerava grande movimento de apanhadores e comerciantes no local. Antes, cerca de 1700 pessoas entravam e saíam do rio com baldes para vender o produto junto ao parque de estacionamento.
O fenómeno afetava não apenas quem recolhia o marisco, mas também os comerciantes que carregavam as carrinhas para as margens. A dinâmica de venda era descrita como intensa, com frequentes encontros entre apanhadores e vendedores durante o dia.
A mudança ocorreu de forma gradual e tem definido impactos locais na atividade ligada à amêijoa. Momentos de tensão relatados anteriormente, como episódios de confronto entre apanhadores e ladrões, teriam ficado no passado com o ajuste do negócio na zona.
Quem vive ou trabalha na área recorda o período de maior agitação, marcado pela aglomeração de pessoas e pela pressão por parte de alguns intervenientes na comercialização do bivalve. Hoje, a atmosfera é descrita como de maior sossego, com vista a manter a estabilidade na região.
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