A maratonista Rosa Mota, olímpica em Seul 1988, passou a ser a terceira portuguesa representada no Museu do Mundo do Atletismo (MOWA). O anúncio foi feito nesta quinta-feira pela World Athletics, que acrescentou 57 objetos de 38 atletas de 16 países.
A coleção atual do MOWA inclui equipamento de destaque de varias disciplinas. Entre os novos itens constam vestuário de competição, sapatilhas, troféus e dorsal de provas históricas. A iniciativa visa reunir peças que marcaram a História do Atletismo.
Rosa Mota ofereceu memórias da sua carreira, incluindo as vitórias na Maratona de Boston. Foram para o museu itens ligados aos triunfos de 1988 e 1990, bem como material de apoio da prova de 1987.
Carlos Lopes já integrava o acervo com o equipamento usado nos 10.000 metros de Montreal 1976, onde conquistou prata. Susana Feitor ofereceu as sapatilhas amarelas e o dorsal 574 de Helsínquia 2005, onde obteve bronze.
O MOWA permanece como espaço itinerante durante as competições da World Athletics e, de forma virtual, está aberto ao público. A próxima presença em eventos acontece nos Mundiais Indoor de Torun 2026, na Polónia, entre 20 e 22 de março. O museu já recebeu visitantes de várias gerações.
Entre os atos recentes, destacam-se doações de atletas como Shelly-Ann Fraser-Pryce, Femke Bol, Sifan Hassan e Nafissatou Thiam, entre outros. O espaço registra, em 2025, visitações superiores a 200 mil pessoas durante a estadia de 11 semanas em Tóquio, associada aos Mundiais ao ar livre.
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