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Detido um dos alegados mentores do assassinato de autarca mexicano

Mentor alegado do homicídio durante o Dia dos Mortos em Michoacán foi detido; polícia reconstrói o ataque com imagens, entrevistas e mensagens em tempo real associando o Cartel de Jalisco Nueva Generación ao planeamento

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  • O suposto mentor do homicídio do autarca Carlos Manzo foi identificado e detido: Omar García Harfuch revelou a detenção em conferência de imprensa.
  • A investigação aponta para o envolvimento do CJNG e de uma célula criminosa, com o ataque a ocorrer durante as celebrações do Dia dos Mortos em Michoacán.
  • A reconstrução da sequência do ataque baseou-se em imagens de videovigilância, entrevistas e análise tecnológica, permitindo acompanhar a coordenação em tempo real.
  • A análise de dispositivos mostrou mensagens que ordenavam aos membros posicionarem-se em pontos específicos, partilharem o percurso e apanharem as rotas de fuga, com vídeos do local antes e depois do ataque.
  • As autoridades destacam que a detenção representa um passo para desmantelar a estrutura criminosa responsável e asseguram que não haverá impunidade.

O suposto mentor do homicídio ocorrido durante as celebrações do Dia dos Mortos no estado de Michoacán foi identificado e detido. Omar García Harfuch foi apresentado pelas autoridades como líder da operação que visava o autarca Carlos Manzo. A detenção ocorreu num contexto de investigações em curso sobre a coordenação do crime.

Segundo a SSPC, a investigação baseou-se em imagens de videovigilância, entrevistas e análise tecnológica. As autoridades destacaram a reconstrução da sequência do ataque, incluindo mensagens em telemóveis que indicam coordenação em tempo real e tentativas de apagar conversas e rotas.

Jorge Armando ‘N’, apontado como autor e mentor, é considerado um dos líderes da célula criminosa envolvida no planeamento do homicídio. As mensagens revelaram ordens para posicionamento estratégico de membros e monitorização do percurso do presidente da câmara.

As evidências indicam que o CJNG participou no planeamento e na execução do crime, com mensagens que descrevem a coordenação entre os suspeitos. O caso gerou várias manifestações em Michoacán e noutras regiões do México, em meio ao aumento da violência associada ao crime organizado.

A SSPC afirmou que não haverá impunidade e que a operação continuará até à desarticulação completa da célula responsável pelo ataque. As autoridades não divulgaram detalhes sobre próximos passos nem prazos de atuação.

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