- Detetado mais um foco de gripe das aves numa exploração comercial de galinhas poedeiras em Tomar, distrito de Santarém, e outro numa gaivota-de-patas-amarelas em Vila Real, elevando para 54 o total de casos confirmados este ano.
- O subtipo identificado é o H5N1, o mais comum em Portugal.
- Só este mês já foram detetados 14 focos, quatro dos quais em Santarém.
- A DGAV mantém o aviso de alto risco de disseminação e instaurou o confinamento das aves domésticas em todo o território continental, além de proibir feiras, mercados, exposições e concursos de aves.
- Em zonas de proteção, está proibida a circulação de aves, o repovoamento de espécies cinegéticas, circulação de carne fresca de matadouros de caça e circulação de ovos para consumo humano.
A gripe das aves foi detetada em Santarém numa exploração comercial de galinhas poedeiras e numa gaivota-de-patas-amarelas em Vila Real. A confirmação partiu da DGAV, responsável pela vigilância sanitária em Portugal. O subtipo identificado é o H5N1, comum no país este ano.
Em Tomar, no distrito de Santarém, foi detectado um foco numa exploração de galinhas poedeiras. Em Vila Real, a deteção ocorreu numa ave selvagem. A DGAV reforça que o vírus pode disseminar-se rapidamente e exige resposta rápida.
Contágio e medidas
A DGAV confirmou medidas de confinamento das aves domésticas em todo o continente e proibiu feiras, mercados, exposições e concursos de aves de capoeira. Circulação de aves entre zonas de proteção está proibida.
Contexto nacional
Desde o início do ano já são 54 os casos de gripe aviária em Portugal. Este mês foram detetados 14 focos, quatro deles em Santarém. A transmissão a humanos continua rara, mas pode causar quadros clínicos graves.
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