- A China está a ampliar o uso de inteligência artificial para intensificar o controlo social e o sistema de justiça criminal.
- As novas ferramentas visam aprofundar a monitorização da população, com foco especial nas minorias étnicas.
- Um relatório do Australian Strategic Policy Institute (ASPI) sustenta que estas tecnologias aceleram práticas de censura já existentes, tornando o controlo da informação mais rápido e intrusivo.
- O relatório cita o Partido Comunista Chinês (PCC) a beneficiar de uma monitorização mais eficaz e menos exigente em termos de esforço humano.
A ASPI, instituto australiano, emitiu um relatório que denuncia o uso crescente de inteligência artificial pela China para ampliar o controlo social e o sistema de justiça criminal. As tecnologias ajudam a monitorizar a população, com foco especial em minorias étnicas.
Segundo o estudo, o PCC utiliza IA para tornar o controlo da informação mais rápido, eficiente e intrusivo. A análise foi citada pelo The Washington Post como evidência de uma ampliação das capacidades de censura.
A autora ou o responsável pelo relatório explicou que a IA não cria novas formas de censura, mas aprofunda e acelera o modelo existente de monitorização do PCC. O objetivo é aumentar o alcance do escrutínio com menos esforço.
O relatório ressalta que, embora não haja inovação radical, há uma aceleração dos mecanismos de controlo social. As ferramentas são apresentadas como parte de uma estratégia mais ampla de supervisão estatal no país.
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