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Peregrinos indonésios muçulmanos encurralados na Arábia Saudita

Peregrinos indonésios continuam retidos na Arábia Saudita devido ao conflito no Médio Oriente; mais de 58.860 impedidos de regressar, com Jacarta a negociar custos de hotéis e voos

Aeroporto de Riade
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  • O caos nas viagens decorrente da guerra no Médio Oriente deixou mais de 58.860 peregrinos indonésios retidos na Arábia Saudita durante a peregrinação da Umrah.
  • Os peregrinos tinham viajado para a Arábia Saudita para a Umrah e ficaram sem formas de regressar a casa.
  • Jacarta está a negociar com autoridades sauditas e companhias aéreas para aliviar os custos com hotéis e voos dos retidos.
  • O anúncio foi feito pelo vice-ministro indonésio para o Hajj e a Umrah, Dahnil Anzar Simanjuntak, citado pela Associated Press.
  • As negociações teriam começado no início dos ataques, no passado dia 2.

O conflito no Médio Oriente continua a afetar peregrinos indonésios que viajaram para a Umrah, deixando dezenas de milhares retidos na Arábia Saudita.

Segundo Dahnil Anzar Simanjuntak, vice-ministro para o Hajj e a Umrah, mais de 58.860 peregrinos permanecem retidos até quinta-feira.

Jakarta está a procurar formas de aliviar custos com hotéis e voos, negociando com as autoridades sauditas e com as companhias aéreas, afirmou Simanjuntak no início dos ataques no dia 2.

Negociações para aliviar custos

O governo indonésio coordena com parceiros sauditas para gerir reservas e facilitar a repatriação de parte dos viajantes assim que possível.

Autoridades destacam que as despesas de alojamento e transporte pesam sobre os peregrinos e sobre as companhias aéreas, dificultando o retorno imediato.

Não há data definida para o retorno em larga escala, explicou o ministério, mantendo o acompanhamento da evolução da situação.

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