- O Governo de transição da Guiné-Bissau cancelou a vacinação ao nascimento contra a hepatite B.
- Foi também cancelado um ensaio clínico com crianças guineenses financiado pelos EUA, previsto para iniciar em 2026, no Projeto de Saúde de Bandim.
- O ensaio incluía o início da administração da vacina contra hepatite B ao nascer, em paralelismo com a terapêutica já em vigor a partir das seis semanas.
- O Ministério da Saúde Pública comunicou o cancelamento aos pais, responsáveis e à comunidade por meio de um comunicado.
- A decisão foi confirmada por fontes médicas contactadas em Bissau.
O Governo de transição da Guiné-Bissau cancelou a vacinação ao nascer contra a hepatite B e o ensaio clínico com crianças guineenses, previsto para este ano, segundo fontes médicas contactadas em Bissau.
O ensaio, financiado pelos Estados Unidos, integraria o Projeto de Saúde de Bandim e deveria arrancar no início de 2026. Incluía também a vacinação ao nascer em paralelo com a terapêutica existente a partir das seis semanas de vida.
O Ministério da Saúde Pública divulgou, via comunicado, aos pais, responsáveis e comunidade que o programa de vacinação ao nascer contra a hepatite B foi cancelado. A mensagem não detalha motivação ou impactos específicos.
O anúncio foi feito junto de entidades locais ligadas à saúde no país, sem informações adicionais sobre próximos passos ou alternativas disponíveis para as crianças inscritas no programa.
O cancelamento ocorre num contexto de reconfiguração de estratégias de saúde pública, sem data anunciada para retomar ações associadas à hepatite B ou a estudos clínicos pendentes.
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