- Uma idosa que vivia na Quinta do Conde, em Sesimbra, morreu após esperar cerca de 40 minutos por assistência médica do INEM.
- A resposta foi prestada por uma ambulância dos bombeiros de Carcavelos, em Cascais, a cerca de 35 quilômetros de distância.
- Os Bombeiros de Carcavelos explicaram que, apesar da pronta saída do quartel, a distância entre as localizações condicionou o tempo de chegada.
- Em PCR, cada minuto é determinante: os bombeiros salientaram que sem manobras de reanimação, a probabilidade de sobrevivência diminui significativamente por cada minuto.
- O presidente do INEM, Luís Mendes Cabral, não comentou o caso, dizendo não ter informação suficiente para avaliar o episódio.
Uma idosa que vivia na Quinta do Conde, em Sesimbra, morreu na tarde de quarta-feira após esperar cerca de 40 minutos por uma assistência médica. A socorro foi prestado por uma ambulância dos bombeiros de Carcavelos, em Cascais, a cerca de 35 quilómetros de distância.
Os bombeiros de Carcavelos indicaram, numa publicação nas redes sociais, que a ocorrência ocorreu a aproximadamente 35 km do quartel. Ainda que a saída tenha sido rápida, a distância entre as duas localidades condicionou o tempo de chegada ao local.
Em PCR, cada minuto é determinante para as hipóteses de sobrevivência. A corporação reforçou que, mesmo com preparação técnica e humana, a distância representa um desafio significativo para o resultado da reanimação.
O INEM afirmou manter o empenho em garantir resposta rápida, profissional e humana, reconhecendo que limitações geográficas podem dificultar o trabalho dos bombeiros. O presidente da instituição, Luís Mendes Cabral, não comentou o caso concreto, dizendo não possuir informação suficiente para emitir juízo, um dia depois de outro caso semelhante ter gerado controvérsia.
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