- A ministra da Saúde disse que os tempos de espera nas urgências estão numa situação muito crítica e não devem melhorar nesta semana, especialmente na região de Lisboa e Vale do Tejo.
- O motivo inclui o fim das festas e férias, o regresso dos profissionais de férias e um aumento de doentes a acorrer às urgências.
- Os hospitais citados com dificuldades são Amadora-Sintra, Beatriz Ângelo (Loures) e o Santa Maria (Lisboa).
- A ministra salientou que Portugal ainda enfrenta uma epidemia de gripe, num inverno mais severo e com vírus mais agressivos, sem dados de pico confirmados ainda.
- Segundo a ministra, os virologistas apontam a hipótese de estar a ocorrer o pico da gripe, mas só se saberá nos próximos dias pela rede Sentinela.
A ministra da Saúde informou que a situação nos tempos de espera das urgências é muito crítica e não deverá melhorar nesta semana. O alerta recai sobre a região de Lisboa e Vale do Tejo, devido ao fim das festas e das férias.
A responsável explicou que o regresso dos profissionais de férias coincide com um aumento de doentes a aceder às urgências em várias partes do país. A persistência do cenário exige monitorização contínua.
Durante uma visita ao Hospital Distrital da Figueira da Foz, sede da Unidade Local de Saúde do Baixo Mondego, a governante destacou que a evolução pode manter-se estável, com tempos de espera não previsíveis para melhorar nos hospitais de referência.
A ministra sublinhou ainda que Portugal vive uma época de gripe com um inverno mais severo e vírus mais agressivos. Ainda não há dados claros sobre o pico da doença; a rede Sentinela deverá indicar sinais de queda apenas nos próximos dias.
Entre na conversa da comunidade