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Doentes e familiares denunciam longas esperas nas urgências

Utentes e familiares denunciam tempos de espera prolongados nas urgências, com consequências de sofrimento e noites sem dormir

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"Não dormi, fiquei nas cadeiras a noite toda": Doentes e familiares estão revoltados com tempos de espera nas urgências
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  • Utentes e familiares denunciam longos tempos de espera nas urgências hospitalares.
  • Um familiar relatou que a mãe ficou deitada no chão das urgências por falta de macas, sem dormir durante a noite.
  • A reportagem reúne relatos de insatisfação com o tempo de atendimento nas urgências.
  • A notícia foi publicada a 11 de janeiro de 2026, às 09:50.

Doentes e familiares voltaram a reclamar de tempos de espera excessivos nas urgências de hospitais, apontando dificuldades para aceder a atendimento célere. Testemunhos recolhidos apontam noites longas nas salas de espera, com pacientes a permanecerem sob vigilância sem chapas ou maca disponível, agravando o desconforto e a ansiedade. A indignação ganhou expressão após relatos de situações em que utentes ficaram acrescidas de dor ou necessidade de observação prolongada.

Segundo informações recolhidas, as queixas surgem numa altura em que diferentes relatos indicam situações semelhantes n vários serviços de urgência do país. Os relatos sugerem que a demora para triagem, diagnóstico e transferência para alas de internamento tem vindo a aumentar, gerando desgaste entre famílias e doentes. A maioria das situações mencionadas descreve procedimentos que se prolongam durante a noite, com pouca disponibilidade de recursos de apoio imediato.

Entre os casos mencionados, destaca-se o testemunho de familiares que descreve a pressão sobre as cadeiras e o chão das áreas de urgência, onde ficou a pele de um familiar dependente de apoio por falta de macas, contribuindo para uma experiência marcada pela dor e pela insegurança. Em resposta, as autoridades hospitalares têm reiterado que a pressão de demanda pública pode afetar os tempos de resposta e que estão a decorrer medidas para atenuar atrasos, com reforço de recursos humanos e ajustes operacionais.

A agenda pública tem seguido a evolução destes episódios, com organizações de defesa do utente a exigir transparência sobre os tempos de espera e sobre as estratégias de melhoria. Não foram disponibilizados dados oficiais específicos para o conjunto de registos relatados, mas os relatos apontam para uma tendência de aumento dos tempos de espera em várias urgências do país, incluindo períodos de maior procura.

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