Em Alta futeboldesportointernacionaispessoasnotícia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Seis ambulâncias de emergência no Algarve paradas por falta de recursos humanos

Seis ambulâncias de emergência médica no Algarve estão paradas por falta de meios humanos até às 16h, restando apenas quatro SIV em operação

Telinha
Por
Todas as seis ambulâncias de emergência médica do Algarve paradas por falta de meios
0:00
Carregando...
0:00
  • As seis ambulâncias de emergência médica do Algarve estavam paradas por falta de meios humanos até às 16:00 de sábado, localizadas em Portimão, Alcantarilha, Quarteira (duas), Faro e Olhão.
  • Às 13:00, apenas quatro ambulâncias de Suporte Imediato de Vida estavam operacionais, nas zonas de Loulé, Lagoa, Tavira e Vila Real de Santo António.
  • O presidente do STEPH, Rui Lázaro, disse que já foram deslocados técnicos de regiões Norte e Centro para Lisboa, Vale do Tejo e Algarve para reforçar os meios sem tripulação.
  • Dados do INEM indicaram que, entre janeiro e novembro do ano anterior, as Viaturas Médicas de Emergência e Reanimação estiveram inoperacionais por 9.172 horas, num padrão de indisponibilidade históricamente relacionado com a falta de tripulação.
  • A Liga dos Bombeiros Portugueses anunciou uma task-force de quatro ambulâncias dos bombeiros da Ajuda, Cabo Ruivo, Camarate e Cascais para este fim de semana, com viaturas sediadas no Lumiar.

O STEPH (Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar) informou este sábado que as seis ambulâncias de emergência médica do Algarve estão paradas por falta de meios humanos, pelo menos até às 16:00. O presidente do sindicato, Rui Lázaro, indicou que as viaturas ficam em Portimão, Alcantarilha, Quarteira (duas), Faro e Olhão.

Às 13:00, apenas quatro ambulâncias de Suporte Imediato de Vida (SIV) estavam operacionais, localizadas em Loulé, Lagoa, Tavira e Vila Real de Santo António. O STEPH já tinha alertado para a necessidade de reforçar as equipas para manter o serviço.

Contexto operacional e histórico

Lázaro explicou que, no passado, para reforçar as ambulâncias sem meios humanos, técnicos de várias regiões foram deslocados para Lisboa e Vale do Tejo, bem como para o Algarve. Dados do INEM, divulgados pelo Público, mostram que entre janeiro e novembro do ano passado as VMER estiveram inoperacionais por 9.172 horas.

As informações indicam que a paragem de veículos médicos é uma tendência historicamente associada à falta de tripulação, apesar de o Serviço de Emergência manter as equipas com médico e enfermeiro nas VMER. As ambulâncias SIV são tripuladas por um enfermeiro e um técnico de emergência pré-hospitalar.

Perspetivas e contexto recente

Na semana passada, a SIC reportou que seis VMER das regiões de Lisboa/Tejo e Alentejo estiveram inoperacionais na véspera de Natal devido a falta de meios. Na sexta-feira, a Liga dos Bombeiros Portugueses anunciou uma “task-force” com quatro ambulâncias dos bombeiros da Ajuda, Cabo Ruivo, Camarate e Cascais para socorro pré-hospitalar neste fim de semana, com viaturas sediadas no Lumiar.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais