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Hospital de Coimbra desmente que doente oncológica tenha esperado no chão

ULS de Coimbra nega que utente oncológica tenha ficado no chão por falta de macas; equipa atuou de imediato e um familiar anunciou fotografar a situação

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Doente oncológica em fase terminal deitada no chão das urgências do Hospital de Coimbra por falta de macas
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  • A Unidade Local de Saúde de Coimbra desmentiu que a doente oncológica tenha permanecido no chão das urgências por falta de macas, garantindo que a paciente foi triada e acompanhada dentro dos tempos‑alvo.
  • A utente, com cancro há mais de vinte anos, chegou ao serviço acompanhada de familiares; um familiar colocou-a no chão com uma manta para fotografar e divulgar imagens.
  • A equipa de enfermagem interveio de imediato, a utente foi triada com prioridade laranja e esteve sob observação, medicada e acompanhada clinicamente.
  • O filho da utente denunciou o caso nas redes sociais, alegando dores intensas e atraso na assistência; a instituição afirma que a paciente recorreu ao serviço em duas ocasiões e foi atendida conforme os protocolos.
  • A ULS Coimbra reforça o compromisso com a verdade dos factos e com a qualidade dos cuidados, rejeitando acusações infundadas contra os profissionais do Serviço Nacional de Saúde.

O hospital de Coimbra desmentiu as alegações de que uma doente oncológica tenha permanecido no chão do serviço de urgência por falta de macas. A instituição afirma que a utente entrou acompanhada por familiares, após um familiar anunciar a intenção de fotografar as imagens.

Segundo a ULS de Coimbra, a doente com cancro há mais de 20 anos não ficou no chão por falta de meios. Após o pedido de um familiar a um enfermeiro da pré-triagem, foi disponibilizada uma cadeira de rodas com apoio de um segurança, e a utente entrou no serviço.

Durante a passagem pelo Serviço de Urgência, a equipa de enfermagem realizou a triagem da utente, que foi acompanhada pela família. A instituição assegura que a paciente foi observada dentro dos tempos-alvo, recebeu medicação e acompanhamento clínico, com prioridade laranja.

Versão da instituição

O hospital afirma que, numa fase inicial, um familiar regressou ao veículo, trouxe uma manta, estendeu-a no chão e deitou a utente, com a intenção de fotografar e divulgar a situação. O episódio foi rapidamente intervindo pela equipa de enfermagem.

A utente recorreu ao serviço em duas ocasiões, sempre com avaliação prioritária e sem interrupções no atendimento. Em ambas as entradas, foram definidos os protocolos vigentes e efetuados os diversos cuidados médicos necessários.

O hospital enfatiza o profissionalismo das equipas de Urgência, sublinhando que o SNS manteve o compromisso com a verdade dos factos, a qualidade dos cuidados e o funcionamento adequado do serviço.

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