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Urgências privadas sobem 20% entre Natal e Ano Novo

Procura nas urgências privadas sobe 20% entre 22 e 31 de dezembro, impulsionada pelo frio e pela expansão da rede de hospitais

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Óscar Gaspar aproveitou para reforçar a importância da informação aos utentes sobre os tempos de espera nos serviços de urgência privados
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  • Entre o Natal e o Ano Novo, as urgências dos hospitais privados registaram, em média, um aumento de 20% na procura face ao período homólogo, devido ao frio e à expansão da rede de privados.
  • A subida, que ocorreu entre 22 e 31 de dezembro, é explicada pelo inverno mais frio e pelo reforço da oferta de hospitais privados, segundo Óscar Gaspar, presidente da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP).
  • Gaspar reforçou que o fenómeno não é inédito, apontando que entre finais de dezembro e janeiro costuma haver pico de visitas às urgências, sobretudo com problemas respiratórios.
  • Foi enfatizada a importância de informar os utentes sobre os tempos de espera nos serviços de urgência privados, disponíveis nos sites dos hospitais; os tempos de espera são, na maioria dos hospitais, de uma a uma hora e meia para adultos, e menores na pediatria.
  • Sobre serviços privados adicionais, como médicos ao domicílio, não há dados oficiais, mas há percepção de crescimento significativo.

As urgências dos hospitais privados nacionais registaram, entre Natal e Ano Novo, um aumento médio de 20% na procura face ao período homólogo. O dado foi avançado pela Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP).

Em declarações à Lusa, o presidente da APHP, Óscar Gaspar, considerou o acréscimo significativo, mas não inédito. Assinalou que o pico costuma ocorrer entre finais de dezembro e janeiro, com maior incidência de problemas respiratórios.

O responsável vincou que o aumento deve-se sobretudo ao inverno com temperaturas baixas e à expansão da rede de hospitais privados, que hoje abrange mais sítios no país, incluindo Madeira e Açores.

Gaspar sublinhou a importância de informar os utentes sobre os tempos de espera. Disponibilizam essa informação nos sites dos hospitais, conforme recomendação do Ministério da Saúde, para adultos e pediatria.

Relativamente a outros serviços privados, como médicos ao domicílio, não há dados oficiais sobre a procura. A percepção é de crescimento significativo, segundo o presidente da APHP. Fonte: Lusa.

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