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Afluência elevada sobrecarrega o serviço de urgência do Hospital de Santarém

Protesto de enfermagem no Serviço de Urgência de Santarém agrava colapso frente ao pico de gripe, com camas ocupadas e utentes nos corredores

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Hospital de Santarém
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  • A equipa de enfermagem do Serviço de Urgência do Hospital de Santarém recusou a passagem de turno às oito da manhã de segunda-feira, em protesto contra a falta de recursos humanos.
  • Nos últimos dois dias registou-se um pico de afluência às Urgências devido ao aumento de casos de gripe e infeções respiratórias, sem reforço de equipas.
  • O Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde Lezíria afirma estar a estudar soluções para reforçar o internamento e as equipas de profissionais de saúde.
  • Utentes, familiares e profissionais descrevem a situação como caótica, com camas ocupadas e doentes espalhados pelos corredores.
  • No sábado, macas de bombeiros foram temporariamente retidas para transporte de doentes, situação transitória que foi ultrapassada com reforço de macas próprias.

O Serviço de Urgência do Hospital de Santarém viveu um protesto de enfermagem: a equipa que entrou às 8h de segunda-feira recusou-se a fazer a passagem de turno, alegando falta de recursos humanos para atender o elevado número de utentes internados ou à espera de atendimento.

Nos últimos dois dias, o hospital registou um pico de afluência às Urgências devido ao aumento de gripe e infeções respiratórias, sem reforço correspondente das equipas que asseguram os cuidados de saúde, conforme relatos internos.

O Conselho de Administração da ULS Lezíria informou que estão a estudar soluções para reforçar a capacidade de internamento e as equipas de profissionais de saúde, para responder ao aumento da procura.

Situação nas Urgências

Relatos de utentes, familiares e profissionais descrevem a situação como caótica, com camas por ocupar, doentes nos depósitos e nos corredores, e espaço de apoio cheio.

No sábado, durante algumas horas, foram retidas macas de vários corpos de bombeiros que transportavam doentes para o serviço. A ULS Lezíria qualificou a situação como transitória, tendo sido rapidamente ultrapassada com reforço de macas próprias, sem comprometer a resposta de emergência.

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