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INEM registou pico histórico com 1,6 milhões de chamadas de emergência em 2025

INEM regista 1,6 milhões de chamadas em CODU em 2025; 109 mil não emergenciais encaminhadas para SNS24, destacando pressão sobre linhas de socorro

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  • O Instituto Nacional de Emergência Médica registou em 2025 um máximo histórico de 1,6 milhões de chamadas de emergência atendidas nos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU), mais 166 mil do que em 2024.
  • A média diária foi de cerca de 300 chamadas, com um total de 1.656.891 atendidas no ano.
  • Os motivos mais frequentes foram trauma (246.267), outros problemas clínicos (220.261), alterações do estado de consciência (195.318) e dispneia (158.600).
  • Em 109.521 casos, após triagem, verificou-se que não configuravam emergência médica e foram encaminhados para a Linha SNS24.
  • O INEM sublinha que o 112 deve ser usado apenas em emergências com perigo de vida iminente e apela à colaboração dos cidadãos para não congestionar as linhas.

O INEM anunciou um máximo histórico de 1,6 milhões de chamadas de emergência atendidas em 2025, nos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU). O total representa um aumento de 166 mil chamadas face a 2024.

A média diária ficou nos 300 contactos. No ano, as equipas do CODU respiraram informação em tempo real para decidir encaminhamentos e prioridade de resposta. Os números refletem a diversidade de ocorrências avaliadas.

Entre as ocorrências com maior peso estiveram situações de trauma, com 246.267 chamadas, seguidas de problemas clínicos (220.261) e alterações do estado de consciência (195.318). Dificuldades respiratórias somaram 158.600 casos.

Principais dados por tipo de ocorrência

Após triagem, 109.521 chamadas não configuraram emergência médica e foram encaminhadas para a Linha SNS24. O INEM reforça que o 112 deve ser reservado a situações de danger iminente.

O organismo acrescenta que o uso indevido do 112 pode condicionar a disponibilidade das linhas e dos meios de socorro. O apelo é para que a população utilize os recursos de forma adequada, garantindo resposta rápida aos casos prioritários.

O INEM sublinha ainda a necessidade de colaboração dos cidadãos para manter a operacionalidade dos serviços. O objetivo é assegurar atendimento eficaz aos que realmente precisam de ajuda urgente.

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