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China e Macau unem Oriente e Ocidente em escapada urbana de 2026

Macau, território compacto na Grande Baía, une património UNESCO e resorts modernos, impulsionando o turismo internacional com festivais ao longo do ano

Bailarinos participam no 6.º festival Encounter, em Macau, 2024.
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  • Macau mistura património histórico com resorts modernos, ilustrando o encontro entre Oriente e Ocidente.
  • O encontro especial no Royal Horseguards Hotel, em Londres, mostrou a cultura macaense e novas propostas de viagem, com anúncios de isenção de visto para cidadãos britânicos.
  • Macau é um território compacto (33 km²), com o Centro Histórico reconhecido pela UNESCO desde 2005 e ligação rápida a Hong Kong via a ponte Hong Kong–Macau.
  • A cidade acolhe eventos ao longo de todo o ano, incluindo o Ano Novo Chinês, festivais de música e o Grande Prémio de Macau em novembro.
  • O setor hoteleiro cresceu de cerca de 9 mil quartos em 1999 para cerca de 47 mil hoje, com a Cotai a tornar-se um polo de grandes resorts e entretenimento.

Macau é apresentado como um ponto de união entre Oriente e Ocidente, onde o antigo se cruza com o moderno. O contraste entre templos históricos, praças coloniais e resorts contemporâneos ilustra a diversidade da cidade.

Num curto espaço de tempo, a região oferece uma riqueza patrimonial. O Centro Histórico, com mais de 20 edifícios e praças, integra desde 2005 a lista de Património Mundial da UNESCO, revelando uma memória de séculos.

Pequeno destino, grandes experiências

Um evento especial realizou-se no Royal Horseguards Hotel, em Londres, destacando a oferta cultural de Macau e opções de viagem. Participaram criadores de conteúdo, artistas locais e especialistas que abordaram o património da cidade.

O evento mostrou ainda as condições de mobilidade: cidadãos britânicos podem beneficiar de isenção de visto para várias viagens, o que facilita o turismo entre o Reino Unido e Macau, num contexto de recuperação do setor após a pandemia.

Macau: do Centro Histórico aos novos polos

Apesar de compacto, o território concentra património relevante. Em 1999, Macau possuía cerca de 9 000 quartos de hotel; hoje são aproximadamente 47 000, sobretudo em zonas como Cotai, desenvolvida com grandes resorts e espaços de entretenimento.

Locais como Taipa Village e Coloane Village mantêm a sua identidade, oferecendo gastronomia local e experiências tranquilas longe das zonas turísticas mais movimentadas. A cidade investe também em atrações, parques aquáticos e venues de entretenimento.

A cozinha macaense reúne influências portuguesas, com pratos como pato de cabidela e tacho, que podem ser degustados em restaurantes locais, bem como opções premiadas pelo Guia Michelin. Esta diversidade gastronómica complementa a oferta turística.

Interesse internacional e experiência cultural

O interesse de viajantes britânicos por Macau tem vindo a crescer, segundo o diretor do Escritório Nacional de Turismo da China em Londres. A curiosidade sobre a China e Macau está a aumentar à medida que as viagens internacionais se recuperam.

Foi destacada a procura por experiências culturais autênticas e imersivas, que vão além da paisagem natural, incluindo o património, o modo de vida e as pessoas da região. A ideia é promover viagens que aproximem culturas distintas por meio do turismo.

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