- Desde a chegada de Donald Trump ao poder, os belgas têm mostrado menos interesse em visitar os Estados Unidos, com várias medidas a influenciar o turismo.
- O governo belga aponta hesitação dos viajantes e pressão sobre novas reservas, segundo Frank Bosteels, da Confederação Belga de Turismo.
- A campanha Amazing Belgium propõe comparar as paisagens dos EUA com as da Bélgica, sugerindo que não é preciso voar para ver vistas impressionantes.
- Entre os exemplos, a campanha associa o Grand Canyon a Fondry des Chiens, as praias de Santa Monica a Blankenberge, San Francisco a Liège e o Yosemite às Ardenas.
- Existe também uma localidade chamada Belgium, no estado de Wisconsin, EUA, com cerca de 1.500 habitantes, fundada no século XIX por imigrantes do Luxemburgo.
Desde a chegada de Donald Trump ao poder, no início do ano passado, os belgas têm mostrado menor interesse em visitar os Estados Unidos. As medidas comerciais e restrições de entrada contribuíram para a hesitação dos viajantes, aponta a Confederação Belga de Turismo.
Segundo o CEO Frank Bosteels, as novas reservas encontram pressão devido ao ambiente político e económico atual, com impacto observado na procura por viagens para os EUA. O setor também destaca incertezas relacionadas com políticas de imigração e relações internacionais.
A campanha da plataforma Amazing Belgium propõe uma comparação entre paisagens dos EUA e da Bélgica, sugerindo que não é necessário viajar longas distâncias para ver cenários semelhantes. Entre as sugestões, o Grand Canyon é equiparado à Reserva Natural Fondry des Chiens, e as praias californianas a praias de Blankenberge.
A iniciativa apresenta ainda analogias entre cidades como San Francisco e Liège, ou entre o Parque Nacional de Yosemite e as colinas das Ardenas, enfatizando a proximidade de opções naturais na Bélgica para quem procura experiências parecidas.
Curiosidade geográfica
Existe uma pequena Bélgica nos EUA, chamada Belgium, localizada no estado vizinho Wisconsin. A localidade tem cerca de 1500 habitantes e foi fundada no século XIX por imigrantes provenientes do Luxemburgo, ressalva a divulgação do tema.
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