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Ministro da Economia defende potencial de crescimento do turismo em Portugal

Ministro defende crescimento do turismo em valor, não apenas em turistas, com 11 milhões de euros de investimento e 4,5 milhões de apoio a 12 projetos

Ministro da Economia, Manuel Castro Almeida
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  • O ministro da Economia e Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, afirma que o turismo pode crescer em Portugal, valorizando a atividade e o valor pago pelos turistas, não apenas o número de visitantes.
  • A assinatura de contratos de financiamento de doze projetos turísticos, no Porto, prevê 4,5 milhões de euros de apoio, num investimento global de cerca de 11 milhões de euros.
  • Os projetos abrangem regiões do Norte, Centro, Alentejo e Ribatejo, com foco em turismo de natureza, gastronómico, ativo, bem-estar e cultural/patrimonial.
  • Os apoios destinam-se principalmente a municípios e associações do interior que pretendem valorizar atividades turísticas locais com impulso público.
  • O programa Crescer com o Turismo, lançado em fevereiro de 2025 com 30 milhões de euros, visa desenvolvimento sustentável, qualificação e valorização de recursos turísticos para promover coesão e crescimento económico.

O ministro da Economia e Coesão Territorial defende que Portugal pode crescer no turismo, valorizando o setor. Em Lisboa, o governante afirmou que não existe turismo a mais nem dependência excessiva.

Esta sexta-feira, foram assinados contratos de financiamento de 12 projetos turísticos no Porto, no âmbito do programa Crescer com o Turismo.

Os apoios totalizam 4,5 milhões de euros, num investimento global de cerca de 11 milhões de euros.

O que está a acontecer

Manuel Castro Almeida destacou que o foco é a valorização do turismo, com mais rendimento para quem trabalha no setor. O objetivo é reforçar a balança comercial e o peso económico do turismo em Portugal.

O ministro sublinhou que há iniciativas privadas que não requerem apoio público, mas destacou a importância de projetos no interior do país, ligados a património e natureza.

Impacto e beneficiários

Os contratos aprovados destinam-se a entidades públicas, privadas e associativas, com investimento distribuído por Norte, Centro, Alentejo e Ribatejo.

As áreas centrais são turismo de natureza, gastronómico, ativo, bem-estar, cultural e patrimonial, com visibilidade para a interioridade.

Carlos Abade, presidente do Turismo de Portugal, afirmou que os projetos ajudam a valorizar o território e a atrair mais valor ao setor.

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