- O novo julgamento da morte de Diego Armando Maradona foi adiado para 14 de abril, a pedido do Ministério Público e das partes queixosas.
- O Tribunal Nº 7 de San Isidro, na província de Buenos Aires, definiu duas audiências semanais, podendo ter uma terceira se necessário.
- A lista de testemunhas foi reduzida para noventa, partindo de cento e oitenta e oito.
- O processo envolve médicos e profissionais que cuidaram de Maradona até à sua morte em 2020, acusados de homicídio simples com dolo eventual, que negam a responsabilidade.
- Entre os arguidos estão o neurocirurgião Leopoldo Luque, a psiquiatra Agustina Cosachov, a médica Nancy Forlini, o psicólogo Carlos Díaz, o clínico Pedro Di Spagna e o enfermeiro Ricardo Almirón.
O novo julgamento da morte do ex-craque argentino Diego Armando Maradona, previsto para arrancar na próxima terça-feira, foi adiado para 14 de abril. A decisão foi tomada a pedido do Ministério Público e dos advogados das partes lesadas.
O Tribunal N.º 7 de San Isidro, na província de Buenos Aires, estabeleceu que o processo contará com duas audiências semanais, podendo haver uma terceira sessão se o andamento do debate ou a produção de provas assim o exigirem.
O MP já tinha informado, em dezembro, que reduziu a lista de testemunhas de 178 para 90. O processo envolve o neurocirurgião Leopoldo Luque, a psiquiatra Agustina Cosachov, a médica da Swiss Medical Nancy Forlini, o psicólogo Carlos Díaz, o clínico Pedro Di Spagna e o enfermeiro Ricardo Almirón, entre outros.
Maradona, campeão do mundo pela Argentina em 1986, morreu aos 60 anos de uma crise cardiorrespiratória numa residência privada em Tigre, norte de Buenos Aires, onde se recuperava de uma neurocirurgia relacionada com um hematoma na cabeça.
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