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Brasil percorre cinco quilómetros por semana para chegar à quimioterapia

Brasileira de 27 anos corre cinco quilómetros por semana para quimioterapia no Hospital de Muriaé, dizendo que o exercício reduz efeitos e reforça diagnóstico precoce

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Brasil. Corre cinco quilómetros todas as semanas para ir à quimioterapia
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  • Roberta Rocha, brasileira de 27 anos, corre cinco quilómetros todas as semanas para fazer quimioterapia no Hospital de Muriaé, em Minas Gerais.
  • O diagnóstico foi feito recentemente após a jovem suspeitar de um nódulo no peito ao fazer o autoexame.
  • A influencer diz que os efeitos colaterais são mínimos e que o exercício físico ajuda a reduzir esses efeitos.
  • Roberta já tinha uma vida ligada ao desporto, tendo perdido mais de quarenta quilos; o marido acompanha-a no transporte para a unidade de saúde.
  • Está na décima de dezasseis sessões; a partir da décima segunda será o tratamento quinzenal, mas, por enquanto, mantém as corridas semanais.

Roberta Rocha, brasileira de 27 anos, corre cinco quilómetros toda semana para chegar à quimioterapia no Hospital de Muriaé, em Minas Gerais. O objetivo é manter a qualidade de vida durante o tratamento, que já segue há semanas.

A jovem descobriu o nódulo ao fazer o autodiagnóstico simples e partilhou vídeos nas redes para alertar sobre a importância da detecção precoce. O diagnóstico foi confirmado recentemente e Roberta já faz quimioterapia.

Segundo Roberta, os efeitos secundários são mínimos e o exercício ajuda a reduzir a fadiga. A praticante já perdeu mais de 40 quilos após um processo de emagrecimento anterior.

Ao sair de casa, Roberta corre até ao hospital com o marido, que a acompanha e obtém a senha para o atendimento. Ela já está na décima de 16 sessões, com a parcimialização prevista a partir da 12.ª.

Importância do exercício durante o tratamento

A influenciadora já demonstrou que manter a rotina de corrida ajuda a controlar os efeitos do tratamento e a melhorar a energia diária, especialmente para quem já teve histórico de atividade física.

Roberta comenta ainda que, embora o diagnóstico tenha sido um choque, procura enfrentar os dias com resiliência e continuidade nos cuidados médicos, mantendo a esperança de vencer a doença.

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