- A APA confirmou que o grau de maturidade das propostas do consórcio AVAN Norte está bastante distante do expectável, atrasando o arranque de obras da ligação de alta velocidade entre Gaia e Porto.
- O debate incide sobre a mudança da estação para longe do centro de Vila Nova de Gaia e a substituição de uma ponte única por duas pontes sobre o Douro, conforme o caderno de encargos.
- A avaliação ambiental está a manter o projeto em análise, sem autorização para avançar para execução.
- O atraso resulta da necessidade de clarificar a viabilidade ambiental e a maturidade técnica das propostas apresentadas.
A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) informou que o grau de maturidade das propostas apresentadas pelo consórcio AVAN Norte para o primeiro troço da linha de alta velocidade entre Porto e Oiã está “bastante distante” do expectável. Esta avaliação implica o atraso no arranque das obras e mantém o projeto em fase de avaliação.
O debate em torno do projeto incidia sobre a decisão de afastar a nova estação do centro de Vila Nova de Gaia e a substituição da ponte única prevista no caderno de encargos por duas pontes sobre o Douro. A APA já tinha de avaliar a viabilidade ambiental destas alterações.
Segundo a autoridade, o estado atual das propostas impede avançar para uma assinatura de execução, mantendo o processo sob escrutínio. A decisão de manter a avaliação em curso surge num contexto de controvérsia já conhecido.
Avaliação ambiental atrasou arranque da obra
A leitura da APA aponta para dificuldades técnicas e de avaliação que precisam de clarificação antes de avançar com o projeto de alta velocidade entre Gaia e Porto. A solução alternativa continua sob análise, sem data definida para a reavaliação ou eventual aprovação.
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