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Greve nos transportes paralisa Caracas e Miranda e La Guaira

Greve de motoristas de autocarros paralisa Caracas, Miranda e La Guaira, com adesão superior a noventa por cento e subida de tarifas de 60 para 120 bolívares

Caracas, Venezuela
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  • Motoristas de autocarros na Venezuela iniciaram na segunda-feira uma greve para exigir o aumento da tarifa de 60 para 120 bolívares (0,11 para 0,22 euros).
  • A greve afeta Caracas e os estados de La Guaira e Miranda, com o transporte público prestado por proprietários de autocarros.
  • A adesão, segundo a imprensa, superou os 90%, dificultando deslocações e gerando longas filas no Metropolitano de Caracas.
  • O Ministério dos Transportes acionou uma operação de transporte de superfície, disponibilizando mais de noventa autocarros para mitigar o impacto.
  • A presidente interina Delcy Rodríguez condenou a greve, enquanto o ministro Aníbal Coronado acusou os motoristas de boicote; a greve deve continuar por tempo indeterminado, com reivindicações adicionais sobre devolução de viaturas e falta de combustível e de peças.

Os motoristas de autocarros venezuelanos iniciaram uma greve na segunda-feira, buscando majorar o preço das deslocações de 60 para 120 bolívares (0,11 para 0,22 euros). O objetivo é reduzir perdas financeiras dos trabalhadores.

A paralisação afetou o transporte público em Caracas, bem como nos estados de Miranda e La Guaira. Os condutores são, em sua maioria, proprietários dos autocarros que operam o serviço.

A adesão foi apontada pela imprensa local em mais de 90%, deixando milhares de pessoas sem deslocação para trabalho e estudo. O Metropolitano de Caracas registou filas e aglomerações.

O Ministério dos Transportes ativou uma operação de superfície, disponibilizando mais de 90 autocarros para mitigar o impacto da greve.

Resposta oficial e perspetivas

A presidente interina Delcy Rodríguez condenou a greve, acusando-a de impedir a livre circulação e solicitou que trabalhadores e empresas possam trabalhar.

O ministro dos Transportes, Aníbal Coronado, por seu lado, afirmou que os motoristas boicotam os transportes urbanos. A imprensa local relata que a greve pode continuar na terça-feira, de forma indefinida.

Entre as reivindicações está a devolução de viaturas retidas há mais de dois anos, bem como soluções para a escassez de combustível e de peças sobressalentes, que limitam a frota disponível.

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