Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaispessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Reabertura da circulação ferroviária na Linha do Douro entre Régua e Pocinho

Retoma circulação na Linha do Douro entre Régua e Pocinho após suspensão devido à tempestade Kristin; serviço rodoviário substituto entre Marco de Canaveses e Régua mantém-se

Linha do comboio
0:00
Carregando...
0:00
  • A circulação ferroviária na Linha do Douro, entre a Régua e o Pocinho, foi retomada esta segunda-feira após ter estado suspensa devido à passagem da tempestade Kristin a 28 de janeiro.
  • Entre as estações de Marco de Canaveses e Régua continua a existir serviço rodoviário de substituição, por obras de modernização da Infraestruturas de Portugal.
  • Permanecem suspensas as ligações na Linha do Oeste e na Linha da Beira Baixa, com apenas comboios Regionais entre Castelo Branco e Guarda e entre Entroncamento e Abrantes.
  • Foram registadas 19 mortes em Portugal na sequência das depressões Kristin, Leonardo e Marta, com centenas de feridos e desalojados; a maioria das mortes ocorreu durante trabalhos de recuperação.
  • Os impactos materiais incluíram destruição de habitações, empresas e infraestruturas, quedas de árvores e estradas cortadas; as regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.

A circulação ferroviária na Linha do Douro, entre a Régua e o Pocinho, foi retomada esta segunda-feira, após ter estado suspensa desde a passagem da tempestade Kristin, a 28 de janeiro. A informação é de fonte da CP – Comboios de Portugal.

Segundo a CP, entre Marco de Canaveses e Régua continua a ocorrer serviço rodoviário de substituição, devido a obras de modernização a cargo da IP – Infraestruturas de Portugal.

Ainda em relação às intempéries, permanecem suspensas as ligações na Linha do Oeste e na Linha da Beira Baixa. Apenas são assegurados comboios Regionais entre Castelo Branco e Guarda, e entre Entroncamento e Abrantes.

O temporal provocou 19 mortes em Portugal, com centenas de feridos e desalojados. A maioria das vítimas ocorreu durante operações de recuperação.

As consequências materiais incluem destruição de habitações, empresas e infraestruturas, queda de árvores, estradas encerradas e interrupção de serviços de energia, água e telecomunicações. Inundações também foram registadas.

As regiões mais afetadas foram o Centro, Lisboa e Vale do Tejo, e o Alentejo, com danos significativos em várias localidades.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais