- Metrobus deve começar a operar até à estação Coimbra-B e à Praça da República em agosto.
- O canal entre Portagem e Coimbra-B ficará concluído em meados de agosto e estará em condições para operar.
- Em agosto inicia também uma operação parcial na linha do hospital, entre Aeminium e Praça da República.
- O restante troço da linha do hospital ficará pronto no final do primeiro trimestre de 2027, altura em que haverá condições para entregar todo o canal à operação.
- O Sistema de Mobilidade do Mondego serve Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã, com 13 milhões de utilizadores por ano, num investimento de 220 milhões de euros.
O Metrobus deve iniciar a operação até Coimbra-B e Praça da República já em agosto. O canal entre Portagem e Coimbra-B está previsto ficar concluído em meados desse mês, em condições para operar, segundo Duarte Miguel, gestor do empreendimento do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM) e engenheiro da Infraestruturas de Portugal. A declaração ocorreu durante uma sessão de esclarecimento da Metro Mondego em Serpins, no concelho da Lousã.
Para além da entrada em operação até a estação ferroviária, está prevista também a entrada em funcionamento parcial na Linha do Hospital, entre Aeminium e a Praça da República, ainda em agosto. O restante troço da linha que serve Celas, os Hospitais da Universidade de Coimbra e o Hospital Pediátrico deverá ficar para etapas futuras, adiantou o responsável.
Cronologia das obras e investimento
A IP aponta que a restante linha do hospital ficará concluída no final do primeiro trimestre de 2027, altura em que haverá condições para entregar todo o canal para operação pela Metro Mondego. O SMM serve Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã, com autocarros elétricos em via dedicada e operação suburbana, além de uma urbana na cidade.
O projeto arrancou com um pequeno troço entre Vale das Flores e Portagem, e, em dezembro de 2025, a ligação que serve Lousã e Miranda do Corvo foi inaugurada. O Ministério das Infraestruturas e Habitação, que gere o projeto, estima um uso anual de 13 milhões de pessoas, após um investimento de 220 milhões de euros, financiado pelo Orçamento do Estado e fundos comunitários.
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