- A Metro Mondego informou que, a 3 e 4 de março, o metrobus entre Coimbra e Lousã superou os 11.500 passageiros diários.
- Os estudos de procura previam cerca de 7.900 utilizadores diários entre Serpins e Portagem.
- O serviço está interrompido em Serpins devido ao deslizamento de talude ocorrido em janeiro, e a ligação a Coimbra‑B ainda não está operável.
- A partir de 23 de fevereiro, o serviço tem registado mais de 10.000 passageiros diários, mesmo sem a ligação a Serpins.
- O SMM serve Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã com autocarros elétricos; a ligação Coimbra‑B deverá abrir em agosto e a linha do hospital no primeiro trimestre de 2027, num investimento de 220 milhões de euros.
O metrobus entre Coimbra e Lousã superou os 11.500 passageiros diários no início de março, segundo o administrador da Metro Mondego. O sinal ocorreu nos dias 3 e 4 de março, quando o serviço registou esse volume de utilizadores.
O responsável, Ricardo Cândido, explicou que a procura supera as estimativas de estudo. A afirmação foi feita numa sessão de esclarecimento em Serpins, concelho da Lousã, onde o serviço está interrompido após o deslizamento de um talude em janeiro.
Entre janeiro e fevereiro, o sistema recebeu validações diárias acima de 8.000 passageiros, com uma queda associada ao mau tempo. A partir de 23 de fevereiro, sem a ligação a Serpins, o número diário manteve-se acima de 10.000.
Apesar de ainda não funcionar na totalidade, o SMM já liga Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã com autocarros elétricos em via dedicada. A operação urbana funciona na cidade de Coimbra, enquanto a suburban pode ligar os três concelhos.
O arranque ocorreu num troço citadino entre Vale das Flores e Portagem, em dezembro de 2025. Em 2026, o serviço passou a servir também Lousã e Miranda do Corvo.
Situação do serviço e expansão
A ligação a Coimbra-B deve abrir em agosto e a linha do hospital está prevista concluir-se no primeiro trimestre de 2027. O Ministério das Infraestruturas e Habitação estima um uso anual de 13 milhões de passageiros, após um investimento de 220 milhões de euros.
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