- A CDU visitou o Bairro da Associação de Moradores de Massarelos, no Porto, para perceber se já existe solução para os moradores deslocados temporariamente.
- São 14 famílias das entradas 16 e 28 que vão abandonar as casas por questões de segurança devido à construção da Ponte Ferreirinha da linha Rubi do Metro.
- A ponte vai ligar o Porto a Gaia, com a Arrábida à vista.
- António Pereira, morador há mais de 40 anos, diz ser uma das maiores vítimas por viver no último andar.
- Ainda não está definida uma solução para o reassentamento dos moradores.
A CDU visitou este sábado o Bairro da Associação de Moradores de Massarelos, no Porto, para perceber se as 14 famílias que vão ser deslocadas temporariamente com a construção da ponte da linha Rubi do Metro já têm solução. O objetivo é aferir alternativas de realojamento e cronogramas, dadas questões de segurança associadas à obra.
As residências afetadas ficam nas entradas 16 e 28 do bairro. O deslocamento é necessário para permitir o avanço do tabuleiro da Ponte Ferreirinha, que vai ligar o Porto a Gaia, com a Arrábida pela frente. A obra insere-se no projeto da linha Rubi do Metro.
Entre as consequências previstas, destacam-se alterações no funcionamento diário das famílias e na mobilidade local, até à conclusão de fases-chave da ponte. A Duração, critérios de realojamento e medidas de apoio ainda estão a ser clarificados pelas autoridades competentes.
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