- O aeroporto do Dubai passará a realizar alguns voos a partir de hoje, considerado um sinal de retoma de alguma normalidade no espaço aéreo da região.
- A confirmação de saída de alguns voos da Etihad a partir de Abu Dhabi é mencionada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros português, com a embaixada a acompanhar a situação.
- O espaço aéreo regional sofreu encerramento temporário devido aos ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irão, que também afetaram voos entre o Médio Oriente, a Europa, a África e o Ocidente.
- Milhares de viajantes ficaram retidos ou desviados para outros aeroportos, com o Dubai e Abu Dhabi a terem voos suspensos ou interrompidos e a cancelar mais de 1.800 voos.
- Portugal persiste na preocupação com cidadãos europeus retidos na região e participa numa coordenação europeia de repatriamento, com a presidência de Chipre a liderar os esforços.
O aeroporto do Dubai vai realizar alguns voos a partir de hoje, sinal de retoma de alguma normalidade num cenário marcado pelo conflito no Irão. A medida surge após confirmações de saída de voos da Etihad a partir de Abu Dhabi e indicações recebidas pela embaixada de Portugal nos Emirados Árabes Unidos.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) confirmou no X que a operação no Dubai decorre de informações recebidas pela comunidade portuguesa nos UAE. A embaixada de Portugal em Abu Dhabi mantém contacto permanente com autoridades locais e companhias aéreas, transmitindo atualizações conforme surgem.
O ataque dos EUA e de Israel ao Irão causou interrupções generalizadas na região, com cancelamentos e desvios em voos entre a Europa, África e Ásia. O FlightRadar24 registou encerramento temporário do espaço aéreo Emirados e outros países, com mais de 1.800 voos cancelados por companhias do Médio Oriente.
Coordenação para repatriamento e situação de cidadãos europeus
Paulo Rangel, ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, referiu que muitos europeus ficaram retidos nos Emirados, Qatar, Arábia Saudita e Irão. A prioridade é repatriar cidadãos portugueses e europeus que possam estar em trânsito ou em férias de longa escala.
O ministro informou ainda que existe uma coordenação europeia para o repatriamento, com Chipre a liderar esforços durante a presidência do Conselho da UE. Procuram-se soluções para facilitar o regresso aos países de origem, sem prejuízo para quem está a trabalhar ou em viagem de negócios.
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